Performance Empresarial

Aprenda mais sobre sua empresa conhecendo o Diagnóstico Empresarial

Tempo de leitura: 6 min

Se preferir ouça:

 

Diagnóstico é um termo muito utilizado na medicina para avaliar uma doença ou condição física e mental.

Um bom diagnóstico não deve levar apenas os sintomas, mas também o histórico do doente.

E todas estas afirmações você pode encontrar no site “Significados”.

O Diagnóstico Empresarial tem o mesmo princípio: avaliar as condições da empresa nas áreas mais importantes do negócio como: a estratégia, as finanças, o marketing, a operação e a gestão de pessoas.

O que acontece em uma empresa muitas vezes é parecido com o que acontece na vida de uma pessoa.

Quem um dia já não foi a uma farmácia, olhou para aquele atendente simpático e pediu um “remedinho” para resolver aquela “dorzinha”?

A dor passa e depois de um certo tempo ela aparece mais forte.

Aquela dor se torna incontrolável e mesmo a contragosto temos que ir ao médico. 

E quando isso acontece, na grande maioria das vezes ouvimos aquilo que não queríamos e em até alguns casos, aquela “dorzinha” é um sintoma de um problema irreversível.

O risco do autodiagnostico mascara os sintomas, atrasa o tratamento efetivo e causa intoxicação.

Em uma empresa, não importa o tamanho, a situação não é tão diferente.

Primeiro aparece um problema ou uma situação indesejada. 

As pessoas observam espantadas, as vezes até inconformadas e tão rapidamente quanto o aparecimento da questão, não faltam aquelas para apontar: 

  • Um culpado: Ah, isso aconteceu por causa do “João”. O “João” é um grande problema. Já passou a hora de dispensá-lo;
  • A agressividade e a falta de ética da concorrência;
  • A falta de colaboradores engajados com o negócio ou com as ideias do gestor;
  • A falta de dinheiro em caixa para fazer os investimentos necessários;
  • A situação econômica ou política;
  • O atraso na produção;
  • As promessas nem sempre verdadeiras da equipe de vendas;
  • Ou mesmo a mudança de planos de última hora devido ao momento em que a empresa vive. 

Uma pesquisa realizada pela Endeavor apontou os 5 principais desafios do empreendedor:

  1. Gestão de pessoas;
  2. Gestão financeira;
  3. Burocracia;
  4. Inovação;
  5. Marketing e vendas.

 

Como já sabemos, a palavra desafio está relacionada ao ato de provocar alguém incitando a luta, claro com o objetivo de vencer.

Se não for para vencer então é melhor não combater, não é mesmo?

O problema não está atrelado ao combate ou desafio em si, pois como já está escrito na bíblia (Eclesiastes 9.4): enquanto há vida, há esperança.

O problema é quando tentamos resolver os problemas da empresa da mesma forma como a de quem vai na farmácia buscar “aquele remedinho mágico” o que acaba muitas vezes gerando:

  1. Dificuldade em alinhar a equipe as estratégias da organização;
  2. Falta de transparência;
  3. Centralização na tomada de decisões;
  4. Falta de foco;
  5. Retrabalho;
  6. Insatisfação generalizada;
  7. Perda do controle;
  8. Aumento das despesas;
  9. Diminuição das vendas;
  10. Excesso ou falta de estoque;
  11. Produtos desalinhados com o perfil do consumidor, dentre vários outros.

Como já descrevemos aqui: o autodiagnostico mascara os sintomas ou atrasa o tratamento efetivo.

Será que o problema é:

  • O “João” ou a gestão de pessoas?
  • A situação econômica ou a gestão financeira?
  • A concorrência ou o planejamento de marketing?
  • O cliente ou a gestão de vendas?
  • A qualidade do fornecedor ou a falta de processos?

São perguntas que se refletidas com calma, atenção e técnica podem gerar inúmeras respostas, talvez não tão “gostosas” de se ouvir, mas se consideradas de forma imparcial podem fazê-lo a gerar ações para que o tratamento seja efetivo.

Agora o oposto também é verdadeiro: se não forem respondidas com justiça, podem levar a intoxicação generalizada, gerando crenças limitantes, ou seja, acabar acreditando em algo que talvez não seja o real problema da organização como o “João” neste exemplo.

Através do Diagnóstico Empresarial é possível:

  1. Descobrir o grau de maturidade do seu negócio;
  2. Identificar seus pontos fortes e fracos;
  3. Identificar as ameaças e oportunidades;
  4. Alinhar a cultura da organização;
  5. E tomar decisões mais eficientes.

Lembre-se: enquanto há vida, há esperança!

Manter o foco, saber onde está e onde se quer chegar, e acreditar sempre podem fazer a diferença, não importando a situação do momento.

Claro que exige esforço, muita negociação, sangue frio e decisões, mas já que é para lutar, pense sempre em vencer. 

Se o seu negócio existe, significa que ele é importante, então acredite sempre!

Como está sua empresa com relação a estratégia, as finanças, o marketing, a operação e a gestão de pessoas?

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Lembre-se! Se sua empresa não sabe onde está e não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve, incluindo aqueles que não geraram sucesso.

Temos certeza que você e seu negócio podem e merecem mais conquistas sempre.

Boa sorte!

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