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Recolocação profissional -12 dicas infalíveis para você sair na frente

Blog - Recolocação Profissinal - 12 Dicas infaliveis para sair na frente

Tempo de leitura: 9min 16 seg

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Para quem já tem alguns anos a mais de vida, incertezas econômicas sempre fizeram parte da nossa rotina profissional ou empresarial, mas é fato que o momento em que estamos, fizeram essas incertezas e desafios se tornarem um pouco mais elevados.

Não existe varinha de condão para uma recolocação.

No Brasil segundo algumas estimativas encontradas na internet o tempo de recolocação pode demorar até 14 meses.

Também é importante entender que existem dois tipos de empregos pelo menos na visão do nosso coach Rogério Oliveira: o de subsistência e o de existência. O primeiro é útil quando estamos com alguma dificuldade agora; já o de existência é aquele que merecemos, afinal temos experiência, estudamos, nos esforçamos. Deve-se tomar cuidado para que o emprego de subsistência não se perpetue.

A seguir, 12 dicas sobre recolocação profissional. Esperamos poder ajudar. Vamos lá:

Primeira: Aceitação: Acreditamos que a primeira coisa deva ser “aceitar” o momento. Muitas pessoas passam dias, meses e até anos achando que foram injustiçadas por isso ou aquilo e isso inclui o momento econômico e por aí vai. Então antes de sair por aí é melhor respirar fundo, agradecer (apesar de ser bem difícil principalmente para aqueles que tem família, crianças, etc.) e liberar a mente para este novo momento.

Segunda: Listar seus pontos fortes e não tão fortes assim. Parece clichê, mas boa parte das empresas não realizam qualquer tipo de avaliação de desempenho ou quando realizam o colaborador ou colaboradora nem sempre aceitam ou entendem. Entrar em contato com antigos pares de trabalho e pessoas de convívio significativas fazendo a seguinte pergunta: para você meu amigo, me responda com toda sinceridade: no que você acredita que eu sou bom e no que você acredita que eu possa melhorar, fazendo uma listagem sem envolver o emocional pode dar uma visão de quais são as suas qualidades ou não, seguindo o ponto de vista dos outros (e não o nosso) para que assim possam ser utilizadas em entrevistas, currículos e por aí vai.

Terceira: Listar suas experiências (novamente parece clichê) mas nem sempre as pessoas usam ao seu favor. Não adianta nada descrever no currículo: X anos de experiência como YZ. Ao lado de cada nomenclatura descrever o que aprendeu e como ajudou a empresa anterior. Nem sempre os recrutadores sabem o que significa o cargo anterior do candidato.

Quarta: Deixar claro no currículo seus pontos fortes – aquelas listadas no item 2, mas atenção: não basta dizer que sua qualidade é liderança: deve deixar claro uma experiência em que a liderança fez a diferença. Exemplo: Pontos fortes: Liderança: Em 2018 durante…

Quinta: Deixar claro os pontos fracos e como procura trabalhar isso no dia a dia. Exemplo: Ponto fraco: Não conseguir delegar, dessa forma no dia a dia com colegas procuro sempre perguntar se alguém poderia ajudar…

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Sexta: Entender que a pessoa física é diferente da pessoa profissional. Pelo menos boa parte das empresas não importa o porte, não contrata mais pessoas e sim profissionais que vão ajudá-las a resolver um problema; uma dor. Então antes de qualquer entrevista ou envio de currículo se preparar e personalizar o currículo/apresentação sobre como o candidato pode ajudar a aumentar a receita, melhorar a satisfação dos clientes internos ou externos, ou ainda diminuir custos, irá soar como música para os ouvidos de qualquer recrutador. Dessa forma é importante não só estudar a empresa, mas a linha de produtos, o mercado e por aí vai, ajustando a experiência, pontos fortes e a melhorar com as necessidades da oportunidade e currículo.

Sétima: Mapear oportunidades. Pelo menos a grande maioria das empresas que se prese mapeia clientes em potencial para os seus produtos e o mesmo deve acontecer com o profissional respondendo perguntas como: quais são os tipos de empresas ou mercados que minhas qualidades podem ser úteis? Quais não são? Aonde se localizam estas empresas? Quem lá dentro são os responsáveis pela contratação?  Qual o valor que estou predisposto a ganhar (qual seria o mínimo e o desejável)? Hoje em dia com um pouco de paciência e vontade utilizando ferramentas disponíveis na internet é possível obter boa parte de informações relevantes.

(Aqui vem a lembrança de uma pessoa que queria tanto entrar em uma empresa e acabou se fechando por dois longos anos para as oportunidades que estavam passando por debaixo dos pés dela. Por fim quando ela “desistiu” e começou mapear oportunidades conseguiu algo bem melhor).

Oitava: Seguir estas empresas e os potenciais recrutadores nas redes sociais procurando acompanhar o que acontece, não só para ficar a par, mas como o candidato poderá ajudar quando a oportunidade surgir. Dica: normalmente quando a empresa faz uma publicação, algum colaborador da própria empresa curte ou comenta, e esta pessoa pode ser o primeiro contato que pode oferecer informações úteis, porém é necessário atitude.

Nona: Interagir nas redes sociais colocando seu ponto de vista profissional para assuntos relacionados a sua experiência. Não dá para contratar alguém nos dias de hoje que só curti, comenta ou compartilha fotos de festas, eventos ou memes.

Décima: Não depender exclusivamente das empresas de recolocação. Claro que elas são e sempre serão importantes, mas usar seus contatos é sempre mais importante e inteligente. Para que serve ter mil seguidores em uma rede social se você não os conhece, não sabe o que fazem, não interage ou mesmo não comunica “em mensagens individuais e personalizadas” o que você está procurando? É o tal do velho “networking” e nunca é tarde para começar e não parar mais.

Décima Primeira: Uma dica especial que nosso coach Rogério Oliveira usa muito em sua vida pessoal e profissional: escrever e afixar em um lugar visível (diga-se de passagem: bem visível) quais são seus pontos fortes, quais são os pontos a melhorar e como fará isso; qual o tipo de empresa ou mercado procura, em que região e quanto pretende ganhar para que isto fique martelando na cabeça criando assim alertas mentais para que a pessoa se lembre do que quer e não do que não quer.

Décima segunda: Contar com o apoio de um coach. O coaching de carreira pode ajudá-lo a traçar metas alcançáveis e reais, criar um plano de ação realizável e acompanhá-lo durante o trajeto, fazendo correções, ajustes ou ajudando você a enxergar muitas vezes aquilo que está embaixo dos seus pés, porém não consegue ver por inúmeras situações.

Todos nós e nosso coach Rogério Oliveira se inclui aqui, podemos ser consumidos pela situação ou fazer parte de quem vai liderá-la, depende do quanto acreditamos e agimos para transformar o mundo ao nosso redor, afinal não importa que situação estamos passando, o que importa é a situação que queremos.

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About Rogério Oliveira

Coach Executivo e de Vida Internacional certificado pela Illuminata/ICC (International Coaching Community). Practitioner em PNL Sistêmica certificado pela Illuminata/Lambent do Brasil. Sócio-diretor da Megaplay Coaching. Empreteco (SEBRAE/SP) e empresário, atuando há mais de 20 anos como empresário, gestor e líder.
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