Performance Empresarial

Seus colaboradores podem ser seus maiores inimigos

Qualquer empreendedor que se preze quer ver sua empresa crescer, gerando a satisfação de clientes, lucro para o negócio, emprego, renda e oportunidades de crescimento aos seus colaboradores, não importando o que os políticos dizem ou como as previsões econômicas se apresentam.

Empresário, como bem define o dicionário é (ou pelo menos deveria ser) aquele que opera o negócio com objetivo de alcançar metas, provocando no meio ambiente em que atua o desejo e a necessidade pelo seu produto ou serviço.

O objetivo maior do empresário deve ser planejar e alcançar metas para o seu negócio

Porém, uma vez que seu negócio começa a crescer, mais pessoas são necessárias para que as metas sejam alcançadas.

Hoje uma, amanhã duas, depois umas três ou quatro, e quando menos se percebe já há um número incrível de pessoas sob sua responsabilidade.

Não é de hoje que vejo empreendedores felizes com a contratação do seu primeiro funcionário. Quem diria, dizem eles.

E também não é de hoje que ouço: funcionário só dá problema, não veste a camisa, não se preocupa e já chega pensando na hora de sair. Resultado que é bom, nada!

Parece meio estranho, aquilo que era um sonho se torna pesadelo, por que?

Segundo o site G1, 72% das pessoas estão insatisfeitas com o trabalho, o que significa, se levarmos em consideração esta pesquisa, caso sua empresa tenha 10 colaboradores, pelos menos 7 estão descontentes enquanto você lê este artigo.

72% das pessoas estão insatisfeitas com o seu trabalho atual

Calma porque não acabou:  o site Catho (de empregos) aplicou uma pesquisa onde apontou que 90% dos trabalhadores desejariam trocar de emprego.

90% das pessoas gostariam de trocar de emprego

Bom, como empresário não é Deus, quem neste momento está reclamando do trabalho que tem, possivelmente está pensando em sair.

Se não fosse cômico seria triste.

O empreendedor tem uma sacada, vê o que ninguém vê, resolve uma dor daquele que será no futuro o seu cliente e começa a ganhar dinheiro. 

Feliz, vê o seu negócio ganhar corpo e para isso percebe a necessidade de mais colaboradores. 

Orgulhoso, contrata pessoas, acha que com isso além de ver o seu negócio crescer ainda mais, dará oportunidades para outras pessoas, ajudando a melhorar o ecossistema, gerando oportunidade e renda seja para uma, uma dúzia, uma centena ou até mesmo muito mais pessoas.

E ao chegar nesse nível muitas vezes aquilo que poderia fazê-lo prosperar ainda mais (as pessoas) o deixam frustrado dado o tamanho exercício necessário para fazer a gestão dessas pessoas.

Ao final, o empreendedor que deveria ficar na linha de frente do negócio, junto ao cliente, observando e entendendo cada dia mais suas dores para que possa pensar em novas formas de atendê-lo (resolvendo dores) acaba passando a maior parte do tempo com as coisas que não tem nada haver  com clientes como: reclamações de funcionários, dependência de certos colaboradores; baixa produtividade, e como fazer para buscar as pessoas certas.

E por falar em pessoas certas, quem já não treinou alguém que acabou se tornando seu concorrente ou foi trabalhar em algum outro lugar sabe-se lá por que?

Segundo uma pesquisa realizada pela Robert Half (empresa especializada em recrutamento e seleção), a rotatividade nas empresas em 2020 chegou a 82%.

A rotatividade nas empresas brasileiras é de 82%.

Ou seja, de cada 10 colaboradores, 8 não farão parte da sua equipe seja porque estão “pedindo a conta”, porque sua empresa diminuiu, ou porque o colaborador está desalinhado com o que você espera dele.

No frigir dos olhos, além de todas as despesas ocasionadas pela rotatividade, o negócio não evolui e quem fica, não vê possibilidades de crescimento, os clientes ficam em dúvidas e ainda o empreendedor se coloca na posição de não acreditar totalmente naquilo que um dia foi um sonho e já demonstrou ser uma grande oportunidade.

Mas como resolver isso?

Muitas vezes na cabeça do empresário surge “aquele” anjinho dizendo: você precisa de equipes mais motivadas, equipes mais engajadas e junto com o anjinho, sempre aparecem  ideias mirabolantes para motivar seus colaboradores.

Agora vai, com esta premiação a equipe vai ohh, “matar a pau”!

Aiai, doce engano.

Infelizmente nem só de dinheiro vive o trabalhador.

Fatores como propósito, fazendo-os sentir parte de algo maior, estimular a capacidade, propor desafios, estimular a capacitação e não menos importante definir metas reais para as pessoas, equipes e para a empresa como um todo fazem a total diferença.

Se você não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve.

Se você não sabe exatamente onde está e que quer para o seu negócio (metas a serem alcançadas), qualquer campanha de incentivo, reconhecimento ou política de RH poderá ser um grande “case” de insucesso, podendo terminar em nada.

Apenas para citar um exemplo: muitos empresários reclamam que seus colaboradores são individualistas e quando você vai analisar as campanhas de incentivo são centradas em objetivos individuais. Dessa forma não dá para esperar outra coisa.

Para manter uma equipe engajada é necessário:

  • Ter uma liderança inspiradora.
  • Fazer o colaborador perceber que a empresa está crescendo e gerando oportunidades.
  • O colaborador entender o propósito do seu trabalho e da empresa.
  • Reconhecer e recompensar.
  • Ter uma cultura centrada nas pessoas.

 

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É possível fazer tudo de uma vez?

Posso responder que não!

É necessário primeiramente saber como já descrevi, onde a empresa está e onde quer chegar, antes mesmo de tomar qualquer decisão que provoque maior engajamento.

E como tomar as melhores decisões para o negócio?

Como dizia o velho sábio: começando pelo planejamento estratégico empresarial.

O planejamento estratégico empresarial (que há muito tempo era sinônimo de coisa de empresa grande – doce engano) é um processo que permite definir o melhor caminho a ser seguido pela empresa, para atingir metas e objetivos, analisando cenários e definindo ações que permitiram chegar aonde se quer chegar: atingimento de metas alinhadas com o negócio!

Em um mundo com mudanças pra lá de rápidas não dá só para contar com os instintos para a tomada de decisão, muito menos copiar o vizinho porque ele teve sucesso, principalmente quando a empresa tem pessoas que dependem do seu serviço, sejam elas os colaboradores, os fornecedores ou os clientes.

61% das empresas no Brasil não fazem planejamento

Segundo a revista Época.

Daí surge a pergunta: como obter resultados diferentes seja no aumento de vendas, no engajamento de clientes, na redução de custos se a maioria das empresas não sabe o que quer para si. Difícil não é?

Não dá para obter resultados diferentes fazendo a mesma coisa.

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Aperte o PLAY e movimente-se para o caminho que você quer. 

 

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About Rogério Oliveira

Coach Executivo e de Vida Internacional certificado pela Illuminata/ICC (International Coaching Community). Practitioner em PNL Sistêmica certificado pela Illuminata/Lambent do Brasil. Sócio-diretor da Megaplay Coaching. Empreteco (SEBRAE/SP) e empresário, atuando há mais de 20 anos como empresário, gestor e líder.
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